Agenda - Março

Sábado Resistente - O papel dos coletivos culturais na São Paulo de hoje

Data: 16/03/2019 | Horário: 14h 00

Local: Memorial da Resistência de São Paulo

 

 

Programação sujeita a ajustes

 

Memorial da Resistência debate

 

O papel dos coletivos culturais na São Paulo de hoje

 

 

 

 

Evento terá participação de representantes dos coletivos

 

 

 

Inaugurando o ciclo dos Sábados Resistentes para 2019, no próximo sábado dia 16 de março, o Memorial da Resistência, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, realizará o primeiro Sábado Resistente do ano, projeto realizado em parceria com o Núcleo de Preservação da Memória Política.

O evento terá início às 14h00 no Auditório Vitae (5º andar) e contará com um debate sobre o papel que exercem hoje os coletivos de artistas que se agrupam em torno de questões fundamentais da cidadania e dos Direitos Humanos na cidade de São Paulo

 

 

 

Misturando diferentes linguagens, estratégias de ação e inovações estéticas e programáticas os coletivos apresentarão seus trabalhos durante esta tarde, debatendo com o público presente as diversas formas em que operam na articulação das questões que tocam os princípios fundamentais dos Direitos Humanos na cidade.

 


PROGRAMAÇÃO

 

14h00 – Boas vindas – Marilia Bonas (Memorial da Resistência de São Paulo)

 

14h10 – Coordenação – Oswaldo Santos Junior (Núcleo de Preservação da Memória Política)

 

14h 30- Apresentação do curta metragem:

 

15h00 – Círculo de cultura[1]

 

 

Pessoal do Faroeste – O Pessoal do Faroeste é uma companhia teatral que tem tido como fonte de pesquisa a vida social e política do povo brasileiro por meio de seu imaginário popular e de sua cultura, e com um olhar especial à cidade de São Paulo, especificamente o centro, onde atualmente tem a sua sede na Rua do Triunfo, 301/305. É apoiador e articulador de vários projetos no território da Luz, sendo ponto fundamental de resistência na cidade.

 

 

 

Slam da Ponta – O Slam da Ponta é uma batalha de poesias que acontece toda primeira sexta-feira do mês no Reação Arte e Cultura, Zona Leste de São Paulo, e que se espraiou por várias instituições culturais e comunitárias da cidade. Voltado para a questão da violência contra os Direitos Humanos em especial na periferia, o Slam conta com a participação de jovens de vários lugares da cidade em diversos espaços públicos.

 

 

 

A Craco Resiste - A Craco Resiste é um coletivo que foi constituído no final de 2016 para se contrapor a violência policial na Cracolândia da Luz, na região central de São Paulo. A partir de uma discussão com militantes e usuários, iniciou uma vigília na área com atividades de lazer e de cultura. Com exibição de filmes, roda de samba, capoeira e apresentações musicais, a ideia era não só estar presente no fluxo, para denunciar a violência institucional, como trazer cada vez mais gente para conhecer aquela realidade, formando uma rede de apoio.  Desde sua constituição, a Craco Resiste denuncia diversas formas de violação no território, desde a falta de cuidados básicos, até agressões gratuitas das forças policiais na região.

 



[1] No Círculo de Cultura, aprendem-se e se ensinam modos próprios, novos, solidários, coletivos, populares, de pensar e de agir diante do mundo. E todos juntos aprenderão, de fase em fase, de palavra em palavra, de linguagens em linguagens que aquilo que constroem pelo trabalho é uma outra maneira de fazer cultura. E é, exatamente, esse trabalho coletivo que os faz mulheres, homens, sujeitos, seres de história, palavras e ideias que são chaves, também, no pensamento freireano.

 

 

 


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